terça-feira, 24 de novembro de 2009
Mentira
Vislumbra por fim que na verdade é uma mentira. Mente para si mesma, menta para todos que a rodeiam, mente para quem nem ao menos a conhece. A mentira é a seguinte: descobriu que ainda não sabe quem na verdade é, por isso segue mentindo porque não tem outra opção, desconhece qualquer outra. E ainda não se reconhece. E isso a aborrece, adoece. Foge para ver se esquece.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Instinto
Hormônios não diferenciam ser do dever-ser, nem querer do poder. Ainda bem que o filtro anda ativo e o medo ainda a limita.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
A sete chaves
A diferença entre os loucos e os ditos normais é o filtro. Estou colocando o meu a toda prova, só para não perder a sanidade e não esquecer que ainda posso continuar sendo normal. Mas às vezes, dá uma vontade absurda de esquecer as convenções, regras e a linha reta que coloquei à minha frente. Se pudesse fazer um desejo, seria de perder o filtro e a cabeça, mesmo que apenas por um dia...oh, God...
sábado, 18 de julho de 2009
????
Tem uma propaganda na tv que fala que não são as respostas que movem o mundo, mas sim as perguntas. Ainda bem, porque se eu dependesse das minhas respostas, estaria perdida. Minha vida também é movida pelas perguntas. Mesmo as que ficam sem respostas.O eterno questionar-se. É da natureza humana, não é? Hein?Alguém por favor, pode me responder??
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Smile
Surpresas são sempre bem vindas. O ser humano é capaz das maiores transformações em tempo recorde. Não criar expectativas também é válido. Nos torna pessoas desarmadas para o inesperado. No fim da noite, valeu o dia.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Rotina
A espera pelo silêncio. Mais uma noite em que todo cuidado é pouco, o copo está meio vazio e ainda assim qualquer gota pode ser a última a transbordá-lo. Há que se cuidar do humor, para manter a sanidade mental. O segredo da convivência é abstrair-se de vez em quando.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Teatro
A face no espelho não me parece real. E não é. O que vejo de mim mesma por vezes não me agrada. É o que carrego por dentro que me envergonha diante do espelho. Muitas faces, muitas identidades. Muitos erros, muitas mentirinhas que conto a mim mesma, falsas esperanças. Aí está quem realmente sou: um emaranhado de contradições e máscaras. As cortinas se fecham e eu me desvendo ao espelho.
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